Tokio Marine cria Departamento de Produtos Rurais

Tempo de leitura: 1 minuto

4 de dezembro de 2015
  Atenta ao potencial e à importância do agronegócio na economia nacional, a Tokio Marine, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, anuncia a criação do Departamento de Produtos Rurais. A Companhia já oferece o seguro de equipamentos agrícolas e agora, com a nova área, visa ampliar sua atuação no setor com seguros agrícolas, florestais, pecuário, entre outros. A divisão está sob o comando de Marcio Martinati, profissional com mais de 10 anos de experiência nesse segmento, que será responsável por estruturar a equipe de Produtos Rurais da Seguradora e liderar o desenvolvimento de seguros específicos para o setor.Considerado o “celeiro do mundo”, o Brasil é destaque internacional nas atividades ligadas à agropecuária, sendo o maior exportador de café, açúcar, soja e suco de laranja do mundo, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Ainda segundo o órgão, o agronegócio representou 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2014, o que equivale a R$ 1,1 trilhão, porém apenas 15% do mercado agrícola é atendido pelas seguradoras - em países como Estados Unidos e Espanha, este percentual chega a mais de 90% -, e o segmento representa somente 2,7% do montante do mercado de seguros nacional.“Os números indicam que o segmento agrícola apresenta um grande potencial econômico e que há muitas oportunidades de crescimento na oferta de seguros para esse nicho. Diante desse cenário, a Tokio Marine pretende atuar de forma abrangente, com cobertura para todas as atividades do segmento agropecuário, tudo que for “porteira à dentro”, afirma o Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica, Felipe Smith.Segundo ele, como o ramo de seguro rural é extremamente especializado, a Companhia oferecerá produtos customizados, que cubram especialmente condições climáticas adversas que afetem a produção agrícola. “Com a nova estrutura, vamos criar produtos específicos para que os produtores mantenham suas atividades mesmo quando tenham que enfrentar eventos como longas estiagens ou excesso de chuvas”, afirma Smith.